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Histórico


paroquia

Geralmente uma paróquia é criada quando uma comunidade já é constituída. Também a nossa paróquia tem a sua pré-história. A Vila Coimbra sempre foi considerada um bairro de ligação de Goiânia a Campinas, que tem uma história bem mais antiga do que a Capital. Geralmente uma paróquia é criada quando uma comunidade já é constituída. Também a nossa paróquia tem a sua pré-história. A Vila Coimbra sempre foi considerada um bairro de ligação de Goiânia a Campinas, que tem uma história bem mais antiga do que a Capital. Desde a sua formação este bairro teve a assistência religiosa dos Padres Redentoristas. Havia inicialmente um pequeno oratório de madeira, com a imagem de S. Judas Tadeu, de devoção popular, onde foi construída uma capela e a comunidade foi se formando. Quando, em 1952, Fr. Nazareno Confaloni, a convite de D. Emanuel, veio para Goiânia, foi confiada a ele esta capela, onde hoje está a secretaria da paróquia. Desde o início, residindo na casa de Antônio Daniel e Pina, Fr. Nazareno assumiu três frentes de trabalho: 1. dedicou-se à comunidade da Vila Coimbra, numa intensa ação de pré-paróquia; 2. de acordo com o Arcebispo, fundou na jovem Universidade Católica uma Faculdade de Belas Artes e passou a lecionar na mesma; 3. intensificou a atividade que já trazia nas suas veias, ampliando a sua produção como artista plástico e o povo passou a dar grande apoio ao “padre pintor”.

Num trabalho solitário, mas com grande respaldo da comunidade, Fr. Nazareno foi lançando as bases da nova paróquia. Em 1954, já com o projeto da nova igreja e iniciando os trabalhos nos seus fundamentos, foi criada a Paróquia S. Judas Tadeu e Fr. Confaloni foi nomeado pelo Arcebispo o seu primeiro pároco. Então as preocupações do jovem frade aumentaram: era preciso enfrentar as construções da igreja e da residência dos Dominicanos – a paróquia não era confiada simplesmente a um religioso, mas à Ordem Dominicana. O próprio frei pintor fez o projeto do novo convento e bem logo lançou mãos à sua construção. Começou vender as suas telas, que tinham grande aceitação, e enfrentar, com a comunidade, campanhas para as construções simultâneas da igreja e do convento. Não era fácil, num bairro também em formação, mas era necessário.

À medida que a residência dos religiosos crescia a comunidade dos frades foi aumentando. Os religiosos não ficaram presos somente à pastoral paroquial, mas estiveram presentes em várias frentes, como na arquidiocese, na Conferência dos Religiosos do Brasil – Regional Goiânia, Regional da CNBB, programas de TV, Universidade, Comissão Justiça e Paz, etc. Os seguintes religiosos residiram e trabalharam aqui em tempos diversos: Fr.Nazareno Confaloni, Fr. Miguel Lanzani, Fr. Ceslau Cencini, Fr. José Maria Lorenzetti, Fr. Francisco Pessutto, Fr. João A. Basílio, Fr. Henrique Ciocci, Fr. Reginaldo Orlandini, Fr. Mateus Curado, Fr. Antônio Araújo, Fr. Lourenço Papin, Fr. Celso Pereira de Almeida, Fr. Zózimo Zilli, Fr. Antônio Lupi, Fr. Humberto Pereira de Almeida, Fr. Mário Rodrigues, Fr. Domingos dos Santos, Fr. Edvaldo (Bruno) A. dos Santos, Fr. José Fernandes Alves, Fr. Célio Garcia, Fr. Wanderley Mesquita, Fr. Edmilson Rodrigues e outros, que podem ter escapado da minha memória. – Foram párocos: Fr. Nazareno Confaloni, Fr. João Basílio, Fr. Celso Pereira, Fr. Lourenço Papin, Fr. Humberto Pereira, Fr. José Fernandes, Fr. Edvaldo (Bruno) dos Santos, Fr. Edmilson de Oliveira.

Praticamente desde os inícios da paróquia os dominicanos assumiram a pastoral na capela e comunidade S. Vicente de Paula, no Setor Americano do Brasil. É uma boa comunidade anexa à nossa e faz parte da nossa paróquia.

Juridicamente a paróquia S. Judas Tadeu compreende todo o Setor Coimbra, parte dos Setores dos Funcionários, Oeste e Americano do Brasil. É interessante porem observar que o Direito Canônico em vigor até 1982 definia paróquia como um território, dentro de limites estabelecidos, etc. O Direito Canônico em vigor a partir de janeiro de 1983 diz que paróquia é uma comunidade de fieis, sob os cuidados pastorais de um pároco, etc. O que realmente importa é que paróquia não é um território, mas uma comunidade de pessoas. Então as pessoas podem pertencer a uma paróquia, na qual participa, mesmo residindo fora dos seus limites jurídicos. É muito normal então que pessoas que residem no nosso bairro de fato pertençam a outras paróquias, e tantos que residem bem distantes de nós sejam nossos paroquianos – são da nossa comunidade. Cada um é paroquiano onde se encontra bem e se realiza como cristão.

A paróquia S. Judas Tadeu é uma família. Nós nos conhecemos, encontramo-nos e caminhamos juntos. Reconheçamos porem que vida cristã, para nós, não é somente olhar para os céus e rezar, mas é vida na sua totalidade. Nós somos cristãos em tudo o que vivemos e fazemos. Não pode haver dicotomia em nós, entre matéria e espírito, nós precisamos viver a vida em plenitude em toda a extensão da nossa existência.

São Judas Tadeu

São Judas Tadeu é natural da Galiléia, na Palestina, sendo filho de Alfeu (também chamado Cleófas) e Maria, que era prima de Maria, Mãe de Jesus. O nome Judas deriva de Judá, que significa Fortíssimo e Celeb.

Um ponto que merece destaque na vida de São Judas é o fato de ele ter sido um dos doze apóstolos, escolhidos pessoalmente por Jesus. Desta forma, ele presenciou muitos milagres realizados por Jesus, participou da instituição da eucaristia na última ceia, testemunhou a morte, ressurreição e ascensão do Senhor.

Este glorioso apóstolo de Jesus dedicou sua vida à evangelização. Foi incansável nesta tarefa, pregando o evangelho na Mesopotâmia, Pérsia, Arábia e Iduméia, convertendo muitas almas. Os pagãos, inconformados com a derrota, começaram a colocar o povo pagão contra os apóstolos, prendendo São Judas e São Simão e os levando ao templo do sol. No templo, São Judas disse ao povo: “Para que fiqueis sabendo que estes ídolos que vós adorais são falsos, deles sairão os demônios e os hão de quebrar”. No mesmo instante, dois demônios hediondos quebraram todo o templo e desapareceram. Indignado, o povo atirou-se contra os apóstolos furiosamente.

Estes foram martirizados de forma cruel. Era um dia claro, quando de repente escureceu todo o céu, e uma horrível tempestade de trovões e raios caiu sobre a cidade, principalmente sobre o templo, matando muitos feiticeiros.

Devido ao seu martírio, São Judas Tadeu é representado em suas imagens segurando um livro, símbolo da palavra que anunciou, e uma machadinha (ou clava ou espada ou alabarda), o instrumento de seu martírio.

No Brasil, a devoção a este santo é relativamente recente. Surgiu no início deste século, alcançando, porém, popularidade muito grande. É invocado como o santo dos desesperados e aflitos, das causas sem solução ou perdidas. Sua festa litúrgica celebra-se, todos os anos, na provável data de sua morte: 28 de outubro de 70.

Hino:
Oh, São Judas no humilde oratório que se erguia na verde campina, quantos filhos, Bondoso, acolheste à procura da graça divina. Na capela pequena e saudosa, muitos anos vos demos louvor. E a paróquia cresceu dia a dia, qual família do Cristo Senhor. Com ofertas do nosso trabalho, hoje tendes um templo sem par. Também cresça, ó São Judas querido, vossa bênção pra mim e meu lar.

 

Benção:
O Senhor esteja convosco!
Ele está no meio de nós.
O Senhor Jesus Cristo esteja convosco
para vos proteger,
À vossa frente para vos conduzir,
Acima de vós para vos iluminar,
Atrás de vós para vos guardar,
Ao vosso lado, para vos acompanhar.

A bênção do Pai (+), o amor do Filho,
A força do Espírito Santo,
A maternal proteção de Nossa Senhora,
A intercessão de São Judas Tadeu,
Dos apóstolos e de todos os santos,
Estejam convosco em toda parte e para sempre.

Amém!

 

Oração:
Ó São Judas Tadeu,
Padroeiro de nossa comunidade,
invocamos vossa proteção
sobre as famílias e instituições
que aqui vivem e trabalham
para implantar o Reino de Deus
na sociedade humana.

Vós que fostes chamado por Jesus Cristo
para ser apóstolo e fundamento da igreja,
rogai por nós.

Repeti, também sobre nos,
aquelas palavras que Deus nos inspirou;

“Que a misericórdia, a paz e o amor se realizem em vós copiosamente”.


Frades Dominicanos

Os Dominicanos, foram fundados por São Domingos de Gusmão em 1216, com o objetivo específico de se dedicarem à pregação do Evangelho no mundo inteiro: “Ide e anunciai o Evangelho a todos os povos”. (Mc. 16, 15). Por causa deste “carisma” da pregação foram chamados de “ORDEM DOS PREGADORES”.

O ideal de Domingos e de seus companheiros consiste em seguir a Cristo pobre, que se faz irmão de todos os homens e mulheres, a partir dos empobrecidos e marginalizados.

Domingos pertencia a uma rica família de nobres da Espanha, mas para seguir a Cristo, deixou tudo e se fez “humilde pregador do Evangelho”, vivendo de esmola e procurando convencer com o diálogo e o exemplo de vida. Ele procurava imitar a vida dos apóstolos e dos primeiros cristãos de Jerusalém que: “…eram um só coração e uma só alma… tinham tudo em comum… eram assíduos ao ensinamento dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações e… com muito vigor, davam testemunho da ressurreição do Senhor.” (Atos dos Apóstolos).

Vida comunitária

Em pequenas ou grandes comunidades inseridas nos centros urbanos e no interior, partilhamos de forma democrática as experiências da consagração a Deus e os desafios da missão apostólica.

Oração e contemplação

O nosso dia é marcado por momentos comunitários e individuais de comunhão com Deus, na oração e na meditação da Palavra.

Estudo

A aplicação assídua ao estudo é para nós caminho de encontro com Cristo-Verdade (contemplação) e também exigência de amor aos irmãos. Estudamos para podermos ser úteis aos nossos irmãos e irmãs no mundo de hoje, sobretudo aos mais necessitados de pão e de amor.