Frades Dominicanos

Quem são os Frades Dominicanos?

A Ordem dos Pregadores, ou Família Dominicana, foi fundada por São Domingos de Gusmão por volta de 1170, na Europa medieval. Domingos, inicialmente cônego em Osma, encontrou os hereges cátaros no sul da França, que afastavam cristãos da fé com sua pregação. Inspirado pelo Evangelho e pela vida apostólica, ele dedicou-se a renovar a fé cristã, vivendo de esmola e pregando como “frei” itinerante. Em 1215, participou do 4º Concílio de Latrão, que reforçou a necessidade de pregadores evangélicos. No mesmo ano, fundou a Ordem dos Pregadores, reconhecida pelo Papa em 1216. Domingos faleceu em 1221, deixando um legado que cresceu rapidamente, formando a Família Dominicana.
Hoje, a Família Dominicana é composta por cinco ramos: frades, monjas contemplativas, irmãs de vida apostólica, leigos e padres diocesanos. Os frades vivem inseridos no mundo, pregando em mais de 80 países, incluindo o Brasil. As monjas, fundadas por Domingos, vivem em mosteiros urbanos, como o de São Roque (SP), orando pela missão da Igreja. As Fraternidades Leigas, com origem nos tempos de Domingos, incluem figuras como Catarina de Sena e Rosa de Lima. Outros grupos leigos, como o Movimento Juvenil Dominicano, também participam do carisma. As irmãs dominicanas, com mais de 150 congregações, atuam em educação e serviço social, com 15 no Brasil. A Família Dominicana segue viva, promovendo verdade e justiça no mundo.

Vida comunitária

Domingos pertencia a uma rica família de nobres da Espanha, mas para seguir a Cristo, deixou tudo e se fez “humilde pregador do Evangelho”, vivendo de esmola e procurando convencer com o diálogo e o exemplo de vida. Ele procurava imitar a vida dos apóstolos e dos primeiros cristãos de Jerusalém que: “…eram um só coração e uma só alma… tinham tudo em comum… eram assíduos ao ensinamento dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações e… com muito vigor, davam testemunho da ressurreição do Senhor.” (Atos dos Apóstolos).
Em pequenas ou grandes comunidades inseridas nos centros urbanos e no interior, partilhamos de forma democrática as experiências da consagração a Deus e os desafios da missão apostólica.

Domingos pertencia a uma rica família de nobres da Espanha, mas para seguir a Cristo, deixou tudo e se fez “humilde pregador do Evangelho”, vivendo de esmola e procurando convencer com o diálogo e o exemplo de vida. Ele procurava imitar a vida dos apóstolos e dos primeiros cristãos de Jerusalém que: “…eram um só coração e uma só alma… tinham tudo em comum… eram assíduos ao ensinamento dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações e… com muito vigor, davam testemunho da ressurreição do Senhor.” (Atos dos Apóstolos).
Em pequenas ou grandes comunidades inseridas nos centros urbanos e no interior, partilhamos de forma democrática as experiências da consagração a Deus e os desafios da missão apostólica.

Oração e contemplação

O nosso dia é marcado por momentos comunitários e individuais de comunhão com Deus, na oração e na meditação da Palavra.

Estudo

A aplicação assídua ao estudo é para nós caminho de encontro com Cristo-Verdade (contemplação) e também exigência de amor aos irmãos. Estudamos para podermos ser úteis aos nossos irmãos e irmãs no mundo de hoje, sobretudo aos mais necessitados de pão e de amor.

frades

São os religiosos, ordenados e não ordenados, que vivem conforme o projeto de vida religiosa, radicalmente inovadora, suscitado por Domingos.  Os monges vivem na ‘fuga do mundo’; os dominicanos na inserção mais plena no mundo, sobretudo nos centros urbanos, no compromisso com a realidade. O claustro dos monges têm uma única abertura, para o céu; o claustro dos dominicanos têm, sim, a abertura para o céu, mas têm também a porta sempre aberta para o mundo, para acolher e para andar. Os monges fazem voto de estabilidade no mosteiro; os dominicanos praticam a itinerância mais radical, para anunciar o Evangelho de Cristo aos irmãos dos quatro cantos do mundo. Hoje os frades da Ordem estão presentes em mais de oitenta países, nos cinco continentes. No Brasil atuam em comunidades situadas, especialmente, na parte central do país.

São Domingos de Gusmão

Nascimento

São Domingos Gusmão, contemporâneo de Francisco de Assis, nasceu em Castela Velha, e morreu em 6 de agosto de 1221, em Bolonha, Itália.
Os pontos mais enfatizados, da sua Ordem, são como premissa indispensável ao dever apologético dos frades pregadores. Distinguia-se por sua retidão, zelo, pontualidade das funções e espírito de sacrifício.

Educação e Juventude

Sua única riqueza eram os livros, e mesmo assim vendeu todos um dia para comprar comida e distribuir aos pobres. A grande mudança em sua vida se deu quando foi ter contato com um grupo de hereges, que eram numerosos em Languedoc, sul da França.

Fundação

Lá, no sul da França, os missionários cistercienses foram recebidos com desprezo: Eis, a cavalo, os ministros de um Deus que anda a pé. Foi então que surgiu a ideia de fundar uma ordem de frades pobres e estudiosos, para que pudessem pregar a doutrina cristã não só nas palavras como também com o exemplo de sua vida, sem as suspeitas de interesses materiais.

Últimos anos e legado

Estava sempre disposto a falar de Deus a qualquer um que encontrasse. São Domingos foi, sem dúvida, um dos grandes inovadores da vida religiosa no século XIII, procurando uma nova forma de estar presente no mundo em transformação e responder aos desafios de sua época. São Domingos era um homem que falava com Deus, na oração, ou falava de Deus na pregação.

Fonte: https://mail.dominicanos.org.br/site457/fundador.php

Nossos Frades

Conheça os Frades que celebram em nossa Paróquia

Frei
edivaldo bruno o.p
Pároco
Frei
antônio Lacerda o.P,